
Coreia do Norte nega envolvimento em ataque bilionário à Binance atribuído pelo FBI ao grupo TraderTraitor. (Foto: Instagram)
A Coreia do Norte negou as acusações do Departamento Federal de Investigação (FBI) de que hackers do país estariam por trás de um ataque à Binance, maior corretora de criptomoedas do mundo, ocorrido no fim de outubro. A declaração foi divulgada nesta segunda-feira (2/11) pela mídia estatal norte-coreana.
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Ao falar sobre o caso, Kim Yo Jong, irmã de Kim Jong-un e diretora do Comitê Central do Partido dos Trabalhadores da Coreia, classificou a acusação dos Estados Unidos como “absurda e nada nova”.
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“Esta não é a primeira vez que os EUA tentam disseminar informações equivocadas sobre a RPDC [República Popular Democrática da Coreia] na comunidade internacional, associando cegamente o país a incidentes de ‘crimes cibernéticos’ sempre que ocorrem em escala internacional”, afirmou Yo Jong.
Além disso, a irmã de Kim definiu as declarações de Washington como “uma tentativa sinistra de prejudicar a imagem internacional” da Coreia do Norte, com o objetivo de “minar sua dignidade e prestígio”.
O ataque hacker à Binance ocorreu em 29 de outubro. De acordo com o FBI, US$ 6,3 bilhões (algo em torno de R$ 34 bilhões) foram roubados na ação, que durou cerca de 20 minutos.
Segundo as investigações, a operação teria sido conduzida pelo grupo norte-coreano TraderTraitor. O ataque é apontado como o maior da história do setor de criptomoedas.
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