O assassinato da modelo Eliza Samudio é uma das histórias que mais chamou a atenção no país. A ex-companheira do goleiro Bruno desapareceu no ano de 2010 e, em junho do mesmo ano, foi declarada morta. Porém, seu corpo nunca foi encontrado. Um tempo depois, uma carta psicografada atribuída à artista voltou a chamar a atenção do público devido aos detalhes apresentados sobre seus últimos momentos de vida e a uma possível localização de seus restos mortais.
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Em 25 de janeiro de 2023, o canal do YouTube “O Espiritualista” divulgou uma mensagem que teria sido psicografada por uma médium e atribuída a Eliza. No conteúdo, a suposta mensagem apresenta relatos sobre o crime e também traz uma declaração direcionada ao ex-goleiro Bruno, que foi condenado pela participação no assassinato da modelo.
Segundo a carta, Eliza teria relatado momentos de extrema violência antes de sua morte e afirmado que tentou pedir ajuda. “Foi cruel, foi horroroso. Eu tentava pedir socorro, mas ninguém me ouviu. Meu pescoço doía tanto, apertaram, até faltar oxigênio no meu corpo”, diz um trecho da mensagem.
O conteúdo também menciona a presença de um homem de pele morena e camiseta vermelha durante o crime. Na suposta narrativa, Eliza teria afirmado que, após deixar o corpo, conseguiu observar o que estava acontecendo e percebeu que os envolvidos aparentavam estar assustados com a situação.
“Eu conseguia ver tudo o que faziam comigo, uma sensação que eles tinham de pavor, que não sabiam o que fazer. Pareciam endemoniados. Nunca imaginei do que fossem capazes. Um dizia para o outro como esconder o corpo…”, relata outro trecho. A carta ainda apresenta uma possível pista sobre o paradeiro dos restos mortais. De acordo com a mensagem, o corpo de Eliza teria sido levado para um rio e colocado no fundo.
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“Decidiram me jogar num rio, que lembro nitidamente, um rio fétido. Pegaram uma madeira com fiapos e me bateram muito, até que meu corpo ficasse no fundo”, afirma a suposta psicografia. Apesar dos relatos, a carta não foi reconhecida como prova oficial do caso. Até hoje, os restos mortais de Eliza Samudio não foram encontrados.


