Dolly Parton faleceu nesta terça-feira (25/8), aos 80 anos, após uma breve batalha contra o câncer.
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A cantora estava internada em Nashville, Tennessee, e morreu cercada por familiares e amigos no Vanderbilt-Ingram Cancer Center, conforme divulgado pelo site TMZ.
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Ainda segundo o comunicado, a família e os amigos da artista estavam cientes dos problemas de saúde que ela enfrentava, mas mantinham a esperança em sua recuperação. Por isso, a morte foi um choque até mesmo para aqueles mais próximos a ela.
Dolly esteve hospitalizada por quatro dias antes de falecer, após lidar com uma série de problemas de saúde nos últimos meses.
Em comunicado enviado ao tabloide, os representantes da cantora destacaram como ela dedicou sua vida ao público e às causas que defendia.
Eles afirmaram que Dolly sempre buscou levar “alegria, risos, esperança e integridade” para tudo o que fazia. A equipe também ressaltou sua generosidade através da Imagination Library e o apoio à pesquisa médica.
Os representantes ainda destacaram que o amor incondicional pelos outros foi um dos principais fatores responsáveis pelo impacto deixado pela cantora ao longo de sua vida.
A trajetória de Dolly Parton ultrapassou a música. Ao longo de mais de seis décadas de carreira, ela se consolidou como uma das maiores referências da música country e também construiu trabalhos no cinema, nos negócios e na filantropia.
Entre os sucessos que marcaram sua carreira estão “Jolene”, “9 to 5” e “I Will Always Love You”. A cantora também ficou conhecida pelo trabalho desenvolvido por meio da Imagination Library, uma iniciativa que distribuiu livros para milhões de crianças.
Nascida em uma família humilde no Tennessee, Dolly Parton transformou sua história em uma carreira que alcançou diferentes gerações e áreas do entretenimento. Sua morte encerra uma trajetória de mais de seis décadas dedicada à música e a projetos sociais.


