Rodrigo Hilbert abriu o coração ao relembrar um dos momentos mais difíceis de sua vida. Em uma conversa com Fernanda Lima no podcast Zen Vergonha, publicado nesta sexta-feira (24/7), o apresentador revelou que lidou com sintomas de pânico e depressão durante os dez anos em que atuou como ator de novelas na Globo.
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Durante o bate-papo, Fernanda perguntou se a culinária havia transformado sua trajetória profissional. Rodrigo respondeu que sempre aproveitou as oportunidades que surgiram, mas confessou que nem sempre se sentia realizado.
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“Eu fui modelo, não sei se eu queria ser… Eu fui ator, não sei se eu queria ser… E quando eu fui ator, eu trabalhei por 10 anos na Rede Globo fazendo novela. Eu passei por um momento difícil de, putz, de… acho que pânico, depressão, sem entender muito os sentimentos que eu tava sentindo, não sabia botar pra fora”, contou.
O apresentador também revelou que, naquela época, evitava até mesmo atividades de relaxamento sugeridas pela esposa. “Eu lembro que cê me convidava pra fazer yoga, eu tinha pânico de parar pra pensar, pra meditar, pra fazer yoga. Então, foi muito difícil pra mim”, disse.
Segundo Rodrigo Hilbert, o ponto de virada ocorreu após um episódio ao deixar o Projac. Ele contou que sofreu um apagão enquanto dirigia e acabou se envolvendo em um pequeno acidente de trânsito.
“Eu lembro um dia que eu saí do Projac com um carrinho que a gente tinha pequenininho, e eu bati o carro. Eu olhei pra mim e falei: ‘Cara, como é que eu bati esse carro? Tava tudo certo’. Eu tive um apagão e bati o carro na traseira de um outro carro. Foi super simples, só encostei. E eu senti uma palpitação no peito, e eu não me sentia bem”, relembrou.
Após o episódio, Fernanda Lima passou a incentivá-lo a investir na yoga e no autoconhecimento. Rodrigo Hilbert afirmou que a prática foi essencial para compreender o que estava sentindo e mudar os rumos de sua vida.
“Foi nesse momento que eu comecei a encarar a yoga um pouco mais de frente, porque tu me ajudou muito nisso e me colocou realmente pra respirar, pra entender, conhecer e me escutar”, concluiu.


