
Preservativos de membranas animais entre os séculos XVII e XIX (Foto: Instagram)
Entre os séculos XVII e XIX, os preservativos eram comumente confeccionados a partir de membranas animais, como intestinos ou bexigas de ovelhas e outros animais. Diferentes dos preservativos modernos de látex, esses dispositivos eram mais espessos, caros e não descartáveis. Devido ao custo e à dificuldade de produção, eles eram lavados e reutilizados várias vezes.
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A durabilidade desses preservativos dependia exclusivamente dos cuidados e do armazenamento realizados pelos próprios usuários. Isso reflete como a humanidade buscou formas de proteção sexual muito antes da invenção do látex, e como a tecnologia e os materiais disponíveis na época determinavam o uso e a manutenção desses dispositivos.


