Lance seu negócio online com inteligência artificial e comece a ganhar dinheiro hoje com iCHAIT.COM

Após meses de investigação, caso do cão Orelha ganha desfecho inesperado

Date:

O Ministério Público de Santa Catarina pediu o arquivamento das investigações relacionadas à morte do cão comunitário Orelha, ocorrida em 4 de janeiro deste ano, na Praia Brava, em Florianópolis. O pedido foi protocolado na última sexta-feira (08), e agora depende de decisão da Justiça.

O relatório, com 170 páginas, foi encaminhado à juíza Vanessa Bonetti Haupenthal, da Vara da Infância. A informação sobre o arquivamento foi antecipada pelo colunista Anderson Silva, da NSC.

Em nota, a Polícia Civil de Santa Catarina informou que “concluiu as investigações relacionadas ao caso e realizou, oportunamente, a divulgação oficial das medidas adotadas no âmbito do inquérito policial”.

++ Imagem de militar com cigarro em estátua da Virgem Maria viralizou e Exército israelense puniu soldados

Em abril, três meses após a morte do animal, o Ministério Público havia solicitado novas diligências à Polícia Civil, mesmo após a conclusão do inquérito. Na ocasião, o órgão apontou lacunas e inconsistências nas informações reunidas durante a investigação.

As medidas pedidas incluíam aprofundamento das provas e possível revisão de análises realizadas ao longo do processo. Após o envio das novas diligências, o Ministério Público analisou o material produzido antes de elaborar o relatório encaminhado ao Judiciário.

A investigação conduzida pela Polícia Civil apontava que Orelha teria sido vítima de agressão. Um adolescente chegou a ser indiciado por suposta participação na morte do animal. No entanto, segundo o Ministério Público, o aprofundamento das investigações não encontrou elementos suficientes para justificar o prosseguimento do caso.

++ Pais são presos por isolar filhos em “casa dos horrores” por 4 anos devido à “síndrome da Covid”

Durante a apuração, o corpo do cão foi exumado para a realização de um novo laudo pericial. O exame feito pela Polícia Científica não identificou a causa da morte do animal.

O documento descartou fraturas no esqueleto do cão, mas ressaltou que a conclusão “não deve ser interpretada como ausência de trauma cranioencefálico ou mesmo em outras partes do corpo”.

Na época das investigações, a Polícia Civil também informou que não possuía imagens que mostrassem as possíveis agressões sofridas pelo animal.

Share post:

Popular

Notícias
Relacionadas

Ed Gama reage com humor ao ser chamado de “nordestino safado”

Ed Gama encontrou uma forma inusitada de lidar com...

Campanha nas redes sociais busca um lar para Pingo, o filhote caramelo rejeitado

Uma campanha nas redes sociais está empenhada em encontrar...

Paciente de 63 anos recebe sangue raro transportado do Ceará para MG

Bolsa de sangue raro rotulada...