A ideia de viver muito além dos limites atuais da vida humana sempre pareceu coisa de ficção científica. No entanto, avanços recentes na biologia celular estão aproximando essa possibilidade da realidade. Pesquisadores japoneses da Universidade de Osaka, vêm investigando os mecanismos que fazem nossas células envelhecerem e aparentemente este processo pode ser desacelerado ou até mesmo revertido.
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Um dos caminhos mais promissores envolve o controle de proteínas que determinam o “comportamento” das células, fazendo com que elas ajam como jovens ou envelhecidas. Ao interferir nesses mecanismos, cientistas já conseguiram, em laboratório, fazer células antigas recuperarem características típicas da juventude, como a capacidade de se dividir novamente e funcionar de maneira mais eficiente.
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Outro ponto central dessas pesquisas é a eliminação das chamadas células senescentes, muitas vezes apelidadas de “células zumbis”. Elas se acumulam com o tempo e contribuem para o declínio do organismo, afetando tecidos e órgãos. Embora ainda existam muitas etapas até que esses avanços se tornem tratamentos disponíveis, o cenário já mudou significativamente.


