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Kitty Ruskin revela experiências perturbadoras após um ano de relações casuais

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Kitty Ruskin, escritora britânica, relata em ‘Ten Men’ o lado sombrio do sexo casual (Foto: Instagram)

A escritora britânica Kitty Ruskin decidiu dedicar um ano de sua vida a uma experiência social e pessoal que, no início, parecia uma busca pela liberdade. Aos 22 anos, depois de perder a virgindade, ela sentiu que havia perdido uma fase crucial de exploração sexual e relacionamentos casuais. Inspirada por personagens da cultura pop, especialmente Samantha Jones da série Sex and the City, Ruskin procurou eliminar o que chamava de limitações autoimpostas e sentimentos de culpa. Seu objetivo era se transformar em uma mulher liberada e destemida, através de encontros com diferentes homens, sem o peso de compromissos emocionais tradicionais.

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No livro Ten Men: A Year of Casual Sex, lançado recentemente, ela detalha como essa jornada se transformou em uma série de eventos traumáticos. Ruskin afirmou que desejava parar de ser tão seletiva sobre com quem fazia sexo.

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“Chega de culpa. Chega de autoaversão. Chega de autolimitação. Eu estava liberada e destemida. Eu era Samantha”, declarou a autora. No entanto, o que deveria ser uma busca pelo prazer revelou uma realidade sombria sobre o comportamento masculino contemporâneo e o impacto do consumo de pornografia nas relações reais.

O primeiro encontro da escritora foi com um modelo masculino. Ruskin acreditou ter encontrado uma conexão instantânea, mas a percepção mudou drasticamente no segundo encontro. Ao chegar na residência do homem, ela descobriu que o local estava repleto de equipamentos de bondage. Segundo o relato, ele utilizou os objetos nela sem qualquer discussão prévia ou consentimento. Após esse episódio, ela decidiu interromper o contato com ele.

Outro caso envolveu um estudante de doutorado. Após a primeira noite juntos, o homem tentou doutriná-la em uma nova religião que ele mesmo estava criando. Durante o ato, ele a sufocou sem permissão, deixando-a em um estado que descreveu como fragmentado e confuso. “Provavelmente durou apenas alguns segundos, mas pareceram agonizantemente lentos”, relembrou em sua obra. “Eu não conseguia respirar e meus pés não estavam totalmente no chão.”

Em uma terceira situação, Ruskin relatou ter tido sua bebida batizada durante um encontro. O homem, cuja identidade não foi revelada, a levou para casa enquanto ela estava embriagada demais para consentir. Ele prosseguiu com a relação sexual sem proteção. “Minha mente demorou a aceitar que meu corpo havia sido estuprado por causa da autodefesa”, admitiu. “Depois que algo traumático acontece, você não quer reconhecer que aconteceu. Você não se sente pronto para enfrentar ou capaz de admitir.”

Apesar do sofrimento, a escritora tentou mudar sua abordagem no decorrer do ano, buscando pessoas que demonstrassem algum tipo de cuidado por seus sentimentos. Ela acreditava que o sexo dentro de um contexto de relacionamento poderia deixá-la mais fortalecida.

Contudo, essa tentativa também resultou em violência. Um homem com quem ela se encontrou a forçou a ter relações sem preservativo. “Ele não parou”, escreveu Ruskin, descrevendo esse segundo estupro como um fardo de luto quase insuportável.

Ao final do experimento, a autora se descreveu como despedaçada e desgrenhada. Ela aponta que muitas mulheres estão exaustas de carregar sozinhas o medo e o trauma gerados pela cultura do estupro. Ruskin utiliza seu relato para questionar o comportamento masculino e a influência de conteúdos adultos que distorcem a noção de consentimento e respeito. “Homens: vamos tirar o problema da cultura do estupro do banho-maria”, afirmou a escritora. “Vamos tirá-lo da prateleira e olhar para ele, mesmo que fazer isso possa fazer você se sentir desconfortável. Culpado, até.”

“Pode fazer você se sentir inquieto, mas as mulheres estão cansadas de carregar todo esse medo e trauma”, concluiu. O livro serve como um registro de sua tentativa de emular a ficção televisiva, resultando em um confronto direto com situações de abuso físico e psicológico. Ruskin enfatiza que a liberdade sexual que buscava foi ofuscada por encontros que desrespeitaram seus limites básicos e sua integridade física ao longo de doze meses.

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