O Brasil registrou, em 2025, o maior número de feminicídios da última década. Foram 1.568 mulheres assassinadas em razão de sua condição de gênero, um aumento de 4,7% em relação a 2024, quando houve 1.492 casos. Mulheres de diferentes perfis, de universitárias a empresárias, passando por mães, profissionais da segurança pública e influenciadoras, têm sido vítimas de feminicídio no Brasil em 2026. Os casos voltaram a ganhar espaço frequente nos noticiários, evidenciando a recorrência desse tipo de crime.
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As vítimas, com idades entre 22 e 74 anos, foram mortas em circunstâncias violentas, incluindo disparos de arma de fogo, golpes com objetos perfurantes e outras formas de agressão.
Em grande parte das ocorrências, os crimes foram cometidos por maridos ou ex-companheiros. As investigações apontam que a motivação, na maioria dos casos, está ligada à não aceitação do fim de relacionamentos ou à rejeição por parte das vítimas.
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Os registros reunidos mostram um padrão que se repete em diferentes regiões do país, com histórias marcadas por violência doméstica e relações abusivas.
Mais do que números, os casos representam vidas interrompidas em um cenário que segue sendo registrado de forma contínua.







