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Porta-voz descarta ação militar no Estreito de Ormuz e lembra que EUA e Israel não consultaram europeus antes da guerra

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Coluna de fumaça sobe sobre Teerã em meio a tensões regionais no Oriente Médio. (Foto: Instagram)

Porta-voz afirmou que não haverá envolvimento militar no Estreito de Ormuz e recordou que EUA e Israel não consultaram europeus antes da guerra em Gaza. A declaração, divulgada hoje, busca acalmar preocupações geradas por recentes movimentações navais na região estratégica que concentra rotas de transporte de petróleo e gás natural. O Porta-voz destacou a importância de manter canais diplomáticos abertos e ressaltou o compromisso com a segurança marítima internacional.

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Em entrevista coletiva, o Porta-voz afirmou que “não há planos de intervenções militares no Estreito de Ormuz” e que todas as operações seguem no âmbito civil e de patrulha antinavio. Segundo ele, a decisão visa evitar escaladas desnecessárias após as recentes tensões agravadas pelo conflito entre Israel e o movimento Hamas, que começou em 7 de outubro de 2023 na Faixa de Gaza.

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O Estreito de Ormuz, estreita passagem localizada entre Irã e Omã, é considerado um dos pontos mais sensíveis para o trânsito de petróleo do Oriente Médio, responsável por cerca de um terço das exportações globais de óleo cru. Navios-tanque que atravessam ali transportam diariamente milhões de barris para diversos destinos, incluindo Europa e Ásia. Por isso, movimentos militares ou bloqueios nessa rota podem ter impacto imediato no preço internacional do produto.

Historicamente, o Estreito de Ormuz já foi palco de embates durante a chamada “Guerra Irã–Iraque” (1980–1988) e, mais recentemente, de confrontos indiretos entre frotas iranianas e norte-americanas. A declaração do Porta-voz reforça que, apesar das advertências de Teerã e das patrulhas regulares da Marinha dos EUA, não haverá engajamento direto nem incursões de caráter ofensivo.

Ao relembrar que os EUA e Israel não consultaram europeus antes de lançarem ataques em território palestino, o Porta-voz colocou em evidência uma queixa antiga de países da União Europeia, que se sentem marginalizados em decisões de enorme repercussão geopolítica. Fontes diplomáticas europeias, ainda que reservadas, admitem desconforto com a forma como as ações militares foram coordenadas sem diálogo prévio com aliados tradicionais.

Apesar da negativa de envolvimento militar, autoridades seguem monitorando a área e mantêm alerta para possíveis incidentes de pirataria ou tentativas de bloqueio. O Porta-voz reiterou que o foco continua sendo a segurança dos navios civis e a estabilidade das rotas comerciais, além de defender o uso da via como canal vital para abastecimento energético mundial.

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