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O papel de rainha de bateria é considerado uma das posições mais emblemáticas dentro de uma escola de samba. Trata-se de uma função que vai além de simplesmente desfilar: envolve conduzir a energia da bateria, interagir com os ritmistas e cativar o público tanto no sambódromo quanto nos camarotes. A presença da rainha de bateria impulsiona o clima de festa e representa o elo de comunicação entre a ala de percussão e a plateia, conferindo identidade e animação ao desfile.
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O Sambódromo da Marquês de Sapucaí, localizado no coração do Rio de Janeiro, é o palco principal do Carnaval carioca. Projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer e inaugurado em 1984, o espaço recebe escolas de samba que percorrem um percurso de 700 metros. Desde sua criação, o local se transformou em um símbolo cultural do Brasil, atraindo turistas de todo o mundo. As arquibancadas e camarotes oferecem diferentes perspectivas do desfile, e os participantes dedicam meses de ensaios e produção para alcançar o resultado final.
No momento da chegada ao camarote, Virginia Fonseca conferiu detalhes de seu figurino, que inclui plumas, pedrarias e tecidos leves para garantir mobilidade e conforto. A vestimenta é planejada por profissionais de artes plásticas e de moda, considerando peso, ergonomia e estética sob os refletores. Além disso, a rainha de bateria passa por ensaios de coreografia para sincronizar passos com o ritmo acelerado da percussão, mantendo harmonia entre movimentos e contagem dos instrumentos.
O preparo de Virginia Fonseca também envolveu testes de som com a bateria, formada por dezenas de músicos que executam repiques, surdos, caixa e chocalhos. A sonoridade da bateria é o coração do desfile, e a interação da rainha com o conjunto é fundamental para criar pulsação e empolgação. Nos minutos que antecedem o início oficial, o setor de som ajustou volumes e equalizações, permitindo que a artista se acostumasse com o timbre coletivo.
Ao ocupar pela primeira vez o posto de rainha de bateria, Virginia Fonseca reforça a tradição de personalidades que representam esse papel nas principais agremiações do Carnaval. A estreia marca não só um momento de celebração pessoal, mas também a continuidade de uma prática que envolve público, comunidade e profissionais de arte e cultura. Nesta noite de desfile, espera-se que a rainha conquiste fãs e críticos, ao mesmo tempo em que mantém viva a essência do Carnaval carioca.











