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A noite de encerramento no Sambódromo da Sapucaí contou com apresentação de agremiações que competem pelo título máximo da folia carioca. O desfile reuniu componentes e alegorias que celebraram a cultura brasileira, reforçando a tradição do Carnaval do Rio de Janeiro como patrimônio imaterial reconhecido internacionalmente.
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O Grupo Especial representa o ápice das escolas de samba, reunindo as agremiações mais tradicionais e bem estruturadas. Na Sapucaí, cada escola teve cerca de 75 minutos para apresentar alegorias, fantasias, samba-enredo e bateria, tudo avaliado por um corpo de jurados que observa quesitos como harmonia, bateria, evolução e enredo.
Desde sua inauguração, em 1984, o Sambódromo da Sapucaí se tornou cenário principal do Carnaval do Rio de Janeiro. Projetado por Oscar Niemeyer, o espaço foi pioneiro na construção de uma avenida festiva exclusiva para desfiles de escolas de samba, recebendo multidões que acompanham cada passo, coreografia e detalhe das fantasias.
As homenagens desta última noite referenciaram personalidades que deixaram legado à música popular brasileira. Em diferentes alas, as escolas prestaram tributo a sambistas consagrados, compositores e mestres de bateria que influenciaram gerações. A memória desses artistas ganhou vida em alegorias repletas de cores e símbolos reconfortantes.
Além das homenagens, as estreias de enredo também atraíram olhares curiosos. Algumas escolas apresentaram temas sobre sustentabilidade, cultura afro-brasileira e inovações tecnológicas na produção de fantasias e carros alegóricos, demonstrando como o Carnaval do Rio de Janeiro dialoga com questões contemporâneas e mantém sua relevância cultural.
Com o encerramento dos desfiles do Grupo Especial na Sapucaí, a expectativa agora se volta para a apuração das notas, que definirá a campeã do Carnaval do Rio de Janeiro. Enquanto isso, espectadores e foliões celebram o clima festivo, antecipando as notas e projetando qual escola erguerá o troféu ao amanhecer.











