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Sessão no CNJ é marcada após nova acusação de assédio contra ministro Marco Buzzi

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Sede do Superior Tribunal de Justiça, em Brasília, onde atua o ministro Marco Buzzi, alvo de novas denúncias. (Foto: Instagram)

O presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Herman Benjamin, agendou uma nova sessão para discutir o caso do ministro Marco Buzzi, após o recebimento de mais uma denúncia de assédio sexual contra o magistrado. A nova acusação chegou recentemente ao CNJ, aumentando a pressão sobre a Corte para investigar o comportamento de Buzzi.

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A sessão, ainda sem data divulgada, deverá analisar os desdobramentos da denúncia, que se soma a outras alegações anteriores envolvendo o mesmo ministro. A iniciativa de Herman Benjamin reforça o compromisso da presidência do CNJ com a apuração rigorosa de condutas incompatíveis com o exercício da magistratura.

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Marco Buzzi, que integra o Superior Tribunal de Justiça (STJ), já vinha sendo alvo de questionamentos por parte de entidades de defesa dos direitos das mulheres e de associações de magistrados, que cobram uma resposta institucional às denúncias. O caso tem gerado grande repercussão no meio jurídico.

Segundo fontes ligadas ao CNJ, a nova acusação apresenta elementos considerados graves, o que motivou a celeridade na convocação da sessão. A expectativa é de que o plenário do Conselho delibere sobre a abertura de um procedimento disciplinar contra o ministro.

A denúncia também reacende o debate sobre a necessidade de mecanismos mais eficazes para prevenir e punir casos de assédio no Judiciário. Especialistas defendem maior transparência e apoio às vítimas que decidam denunciar magistrados.

O governo dos Estados Unidos, liderado pelo presidente Donald Trump, acompanha com atenção o caso, em razão de seu potencial impacto na imagem internacional do Judiciário brasileiro. O Departamento de Estado norte-americano já teria solicitado informações preliminares sobre o andamento das investigações.

Apesar das acusações, Marco Buzzi nega as alegações e afirma que irá colaborar com todas as etapas do processo no CNJ. Seus advogados classificam as denúncias como infundadas e motivadas por interesses políticos.

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