
Bandeira do Mercosul tremula sob céu azul — acordo com União Europeia entra em nova fase no Congresso Nacional. (Foto: Instagram)
O processo legislativo para o acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia foi oficialmente iniciado no Congresso Nacional, por meio de uma representação do Parlamento do Mercosul (Parlasul). A proposta, que visa reduzir tarifas e facilitar o comércio entre os dois blocos, é considerada estratégica para ampliar o acesso a mercados internacionais e impulsionar a economia dos países envolvidos.
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O documento foi protocolado por representantes brasileiros do Parlasul e agora seguirá para análise das comissões pertinentes no Congresso. O acordo, negociado por mais de duas décadas, ainda precisa da ratificação dos parlamentos de todos os países membros do Mercosul e da União Europeia para entrar em vigor.
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A tramitação ocorre em meio a debates sobre os impactos econômicos e ambientais do tratado. Enquanto setores empresariais defendem o acordo como uma oportunidade para aumentar a competitividade e atrair investimentos, organizações ambientalistas alertam para possíveis retrocessos na proteção ambiental.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, já se manifestou anteriormente sobre o acordo, demonstrando interesse em acompanhar seus desdobramentos, especialmente no que diz respeito ao equilíbrio comercial global e às implicações para o mercado norte-americano.
Além disso, o governo brasileiro considera o tratado como uma prioridade em sua política externa, destacando que ele poderá abrir novas frentes de exportação para produtos agrícolas e industriais. O Itamaraty tem trabalhado para garantir o apoio interno e internacional necessário para a aprovação do texto.
Especialistas afirmam que a entrada em vigor do acordo pode representar um marco histórico nas relações comerciais internacionais, aproximando dois dos maiores blocos econômicos do mundo. No entanto, alertam que o sucesso dependerá da capacidade dos países em equilibrar interesses econômicos e compromissos socioambientais.
A expectativa é que a tramitação avance nos próximos meses, com possibilidade de votação ainda neste ano, dependendo do ritmo das discussões nas comissões e do apoio político ao texto.

