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O trio elétrico, característica marcante dos desfiles baianos, é uma estrutura móvel que carrega artistas por ruas e avenidas durante o Carnaval. Essa forma de apresentação ganhou força no final da década de 1960 e, desde então, passou a ser sinônimo de folia e agitação. Ao interromper o som, Claudia Leitte fez uso de um recurso de segurança já adotado por outros blocos: a paralisação momentânea visa evitar situações mais graves, como tumultos ou brigas generalizadas. A estratégia permitiu separar os envolvidos e verificar se havia feridos ou danos materiais.
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Testemunhas relataram que parte dos foliões lançou objetos em direção ao palco improvisado e tentou invadir a área técnica onde ficam engenheiros de som e produtores. A violência momentânea surpreendeu quem estava no camarote ao lado, composto em grande parte por convidados VIP. Para conter o avanço do público, agentes de segurança privada e policiais militares atuaram de maneira coordenada, isolando os agressores. Ao final da intervenção, alguns homens foram retirados do camarote, encerrando de vez a confusão e permitindo que Claudia Leitte retomasse o show com mais tranquilidade.
A retirada de foliões do camarote, espaço pago para circulação restrita durante os desfiles, faz parte de um protocolo que ganhou força nos últimos anos. As estruturas costumam oferecer bares, banheiros exclusivos e vista privilegiada, mas exigem comportamentos compatíveis com regras de convivência. Claudia Leitte, que já se apresentou em diversos carnavais pelo Brasil e no exterior, reforçou a importância de manter o respeito entre artista e público. A interrupção temporária mostrou preocupação com a segurança de todos, lembrando que, mesmo em festa, regras simples podem preservar o clima de celebração.











