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McKenzie Norejko percebe algo errado no bebê após parto; médicos demoraram horas para levá-lo à UTI neonatal (Exclusivo)

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Instinto materno salva recém-nascido após parto (Foto: Instagram)

McKenzie Norejko, de 26 anos, relata ter notado imediatamente que algo estava errado com seu filho Wyatt, agora com 4 meses, nos primeiros segundos após o parto. Em um vídeo que viralizou no TikTok, a mãe aparece segurando o recém-nascido após a cesariana e chamando a atenção da equipe médica ao observar a cabeça dele fazendo movimento de “bob” e perceber que o bebê não respirava normalmente. McKenzie insistiu para que os médicos verificassem seu filho, mas ouviu repetidas vezes que ele estava apenas “sonolento”.

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No registro compartilhado online, Norejko questiona o corte precoce do cordão umbilical e comenta seu descontentamento com a falta de ação imediata. “Eles cortaram o cordão em segundos e, mesmo vendo que ele não respirava, disseram que estava tudo bem”, conta a mãe. O vídeo já ultrapassou milhões de visualizações, e muitas outras mulheres revelaram ter passado por experiências semelhantes durante o parto, demonstrando como profissionais podem ignorar sinais sutis de alerta.

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A transferência de Wyatt para a unidade de terapia intensiva neonatal (UTIN ou NICU, na sigla em inglês) só ocorreu quase cinco horas após o nascimento. Nesse período, o bebê apresentou hipoglicemia — nível de açúcar no sangue abaixo do ideal, registrado em cerca de 20 mg/dL —, além de taquicardia (batimentos cardíacos acelerados) e sinais de falência hepática e renal. A hipoglicemia em recém-nascidos pode levar a consequências graves, como danos neurológicos, se não for tratada rapidamente. Segundo protocolos neonatais, qualquer sinal de dificuldade respiratória ou alteração no metabolismo exige monitoramento e intervenção imediata.

O relato de McKenzie Norejko reforça a importância de que profissionais de saúde deem ouvidos ao instinto materno. Pesquisas mostram que a intuição da mãe muitas vezes capta sinais precoces de complicações e que sua voz deve ser considerada no processo de cuidado. Ela destaca que, mesmo em meio ao protocolo hospitalar, é fundamental que a gestante defenda seu filho, solicite exames e acompanhe as reações da equipe até ter certeza de que está tudo bem.

A unidade neonatal é equipada para prestar assistência a recém-nascidos com risco elevado. Contém incubadoras para manter a temperatura corporal, ventiladores para auxiliar a respiração e monitores para vigiar sinais vitais 24 horas por dia. A entrada rápida na NICU reduz o risco de sequelas e oferece suporte nutricional e medicamentos essenciais para a estabilização de funções vitais. Cada minuto pode fazer diferença diante de um quadro de insuficiência orgânica ou desequilíbrio metabólico.

Após uma semana na UTI neonatal, Wyatt teve alta e hoje recebe alta total do hospital. “Ele está ótimo agora”, confirma Norejko, que celebra a recuperação do bebê e a volta para casa. A mãe espera que sua história inspire outras famílias a confiarem em seus instintos e a exigirem cuidados imediatos quando houver qualquer suspeita de problema. Defender o bem-estar do recém-nascido pode ser uma questão de vida ou morte.

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