Lance seu negócio online com inteligência artificial e comece a ganhar dinheiro hoje com iCHAIT.COM

Man Killed by Officers in Minneapolis Wasn’t ‘Someone Who Would Pick a Fight,’ High School Friend Recalls (Exclusive)

Date:


Alex Pretti, enfermeiro de UTI de 37 anos, morto por agentes do U.S. Border Patrol em Minneapolis (Foto: Instagram)

Alex Pretti foi lembrado por Rory Shefchek como alguém que jamais buscaria confronto, após ser morto por agentes federais em Minneapolis. Pretti, de 37 anos, um enfermeiro de UTI respeitado, foi alvejado e morto por atacas do U.S. Border Patrol no sábado, 24 de janeiro. Rory Shefchek, colega de turma de Pretti no ensino médio, concedeu esta entrevista exclusiva ao PEOPLE, dizendo que “é difícil acreditar” no que aconteceu e que sempre via Pretti como “um cara tranquilo e agradável”.

++ Aprenda a lucrar com IA criando negócios e renda passiva

Pretti e Shefchek estudaram juntos na Preble High School, em Wisconsin, graduando-se em 2006. Rory recorda que Alex se destacava em diversas atividades extracurriculares – do coral ao all-star do time de futebol americano – e que “ele era um típico americano, alto-astral e capaz de se dar bem com qualquer pessoa”. A amizade, iniciada nos corredores da escola, manteve-se por redes sociais mesmo após cada um seguir caminho em faculdades diferentes.

++ Uma criança mentiu sob pressão, e um homem perdeu 39 anos da vida por um crime que não cometeu

Segundo Tricia McLaughlin, secretária assistente do Departamento de Segurança Interna (DHS), Pretti “aproximou-se” dos agentes portando uma arma de fogo e teria “resistido violentamente” à tentativa de desarmá-lo, levando um dos agentes a disparar “tiros defensivos”. A declaração oficial do DHS reforça que houve confronto e que os agentes reagiram em legítima defesa.

Em resposta ao tiroteio, cerca de 200 manifestantes se reuniram nas proximidades do local, resultando em tensão e embates entre a população local e a polícia federal, conforme apurado pela Associated Press. O protesto expôs a comoção da comunidade, que exige esclarecimentos e transparência sobre o incidente.

Em entrevista coletiva, o chefe de polícia de Minneapolis, Brian O’Hara, afirmou não ter conhecimento de antecedentes criminais graves de Alex Pretti, além de multas de estacionamento. O’Hara destacou que Pretti era “proprietário legal de arma de fogo” e possuía permissão para portá-la, mas reforçou a necessidade de apuração completa dos fatos.

Rory Shefchek conta que, desde que soube da morte de Pretti, tem se comunicado com ex-colegas e familiares para prestar solidariedade. “O primeiro sentimento foi espanto – como isso podia acontecer com alguém tão querido e sem histórico de confusão?”, afirma. Ele teme que o relato oficial possa distorcer a imagem do amigo, e reforça: “Alex não era agitador, nem procurava problema com autoridades. Deve ser lembrado como um cara feliz e gentil.”

Para o ex-colega, a tragédia traz reflexões sobre distanciamento emocional: “Quando não é alguém do nosso círculo, é fácil se desligar. Mas ouvir que um amigo da cidadezinha de 100 mil habitantes morreu assim é surreal.” Rory Shefchek espera que a memória de Alex Pretti inspire empatia e que novas investigações esclareçam as circunstâncias reais do tiroteio, para que episódios como este não voltem a se repetir.

Share post:

Assine

Popular

Notícias
Relacionadas