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Elementary School Parents’ Fears Grow That Kids May Have Been Punished with Hot Sauce in Special Needs Class (Exclusive)

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Enmanuel Henriquez com a filha Emma durante comemoração em casa. Foto: arquivo pessoal. (Foto: Instagram)

Enmanuel Henriquez, pai de uma aluna com necessidades especiais da Dale Avenue Elementary School em Paterson, Nova Jersey, conta à PEOPLE que um segundo responsável procurou a direção afirmando que um assistente em sala de aula estaria obrigando crianças a comer molho de pimenta como forma de punição. Segundo Henriquez, a denúncia coincide com outra feita por Quasheema Frye, cujos filhos também estão matriculados em classes especiais na mesma escola, indicando que o problema pode ser mais amplo.

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Na conversa com Henriquez, a diretora da Dale Avenue Elementary School confirmou que houve “um incidente” envolvendo um membro da equipe que deu molho de pimenta a alunos como castigo. A comunicação partiu da Paterson Public Schools, que em nota à PEOPLE afirmou: “O distrito tomou conhecimento da alegação e abriu investigação conforme protocolos estabelecidos.” O porta-voz acrescentou que o profissional envolvido não faz mais parte do quadro e que as autoridades competentes foram notificadas.

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Quasheema Frye, mãe de Lamond, de 6 anos, disse que tomou conhecimento da situação após uma publicação no Facebook pela substituta Kenya Hilton, realizada em 22 de dezembro. Hilton alegou que não presenciou diretamente, mas ouviu de outra professora substituta que crianças de pré-escola e jardim de infância foram forçadas a ingerir molho de pimenta como “disciplina pelo comportamento”. Frye relatou ter procurado a escola e recebido garantia de que Lamond não havia sido afetado, mas em seguida foi informada contraditoriamente pela própria diretora de que o menino estivera entre os alunos punidos.

Ambos Henriquez e Frye afirmam não saber ao certo quantas crianças foram submetidas a essa prática nem com que frequência ocorreu. Nenhum dos pais recebeu o nome do assistente envolvido e teme que o episódio possa ter acontecido mais de uma vez. “Minha filha Emma é não-verbal e autista — se estão dando molho de pimenta a ela, o que mais pode estar ocorrendo no colégio?”, questiona Henriquez, preocupado com a falta de informações detalhadas por parte da direção.

Os pais também perceberam mudanças no comportamento dos filhos nas últimas semanas. Henriquez relata que, sempre que abre um pote de molho de pimenta em casa, a menina cobre a boca. Já Frye notou Lamond mais retraído e inquieto após as aulas. Sem respostas claras, ambos recorreram a Salaam Ismial, diretor do National United Youth Council, organização que oferece apoio a famílias e jovens vulneráveis.

Salaam Ismial confirmou à PEOPLE que representará Henriquez e Frye em reunião marcada para quarta-feira, 21 de janeiro, com o Gabinete do Procurador do Condado de Passaic. Até o momento, o escritório do procurador não se manifestou à reportagem, e os pais aguardam esclarecimentos oficiais sobre as responsabilidades e eventuais medidas disciplinares relacionadas ao incidente.

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