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Mulher do Oregon processa clínica de fertilidade por inseminar a mãe com sêmen de outro homem em ação de R$ 17 milhões

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Mão segurando placa de Petri com amostras de fertilização assistida em laboratório. (Foto: Instagram)

Uma mulher do Oregon, identificada na ação como A.P., acusa a Oregon Health & Science University (OHSU) e a Providence Health & Services de Oregon de erro no procedimento de fertilização que resultou no uso do sêmen de outro homem na inseminação de sua mãe, C.W., em 1981. Ela, junto à mãe e ao pai de criação K.W., cobra R$ 17 milhões por danos.

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Segundo documentos judiciais obtidos pela PEOPLE, C.W. e K.W. buscaram tratamento de fertilidade na OHSU, mas alegam que, no momento da inseminação, o clínica confundiu o sêmen de K.W. com o de R.W., resultando no nascimento de A.P. com material genético não esperado.

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Criada como filha biológica de C.W. e K.W., A.P. descobriu há dois anos, por meio de exame genético, que seu pai biológico é R.W. Em seguida, novos testes confirmaram a troca de material genético.

K.W. afirma ter sido privado completamente de sua paternidade biológica, convivendo com o impacto permanente dessa violação familiar desde o nascimento de sua primeira filha.

C.W. relata ter sofrido humilhação e desconforto físico ao levar adiante a gestação com o sêmen errado, descrevendo a experiência como “invasão severa de sua pessoa”.

A família descreve A.P. como “produto de um nascimento não consentido” e prevê que ela carregará dúvidas e confusão pelo resto da vida. Eles também afirmam que o hospital conhecia o erro e omitiu o ocorrido. OHSU preferiu não comentar.

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