A disputa entre Stenio Garcia e suas duas filhas, que vem se desenrolando na Justiça nos últimos meses, ganhou um novo capítulo recentemente. Após as herdeiras do ator questionarem sua sanidade mental, o advogado Luiz Mantovani, responsável pela defesa do artista, emitiu um comunicado sobre o caso.
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Na nota, a defesa repudiou a atitude das filhas e classificou como mais um ataque ao seu cliente: “A advogada já o havia acusado de crime (ocultação de patrimônio), portanto, chamou um idoso de 94 anos de bandido sem qualquer condenação ou desabono moral em sua conduta”, afirmou.
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A nota completa diz: “É com profundo repúdio que nos manifestamos novamente contra os ataques da defesa das filhas de Stênio Garcia. A advogada já o acusou de crime (ocultação de patrimônio), chamando um idoso de 94 anos de bandido sem condenação ou desabono moral. Agora, sem embasamento lógico ou jurídico, lança desconfiança sobre a sanidade mental do ator, buscando desumanizá-lo e retirar dele sua autonomia e individualidade, componentes da dignidade humana.
Infelizmente, não nos surpreende, considerando que o primeiro ato da atual gestão da OAB/RJ, da qual a advogada faz parte, foi demitir funcionários idosos, que após muita luta conseguiram reaver suas vidas tomadas na calada da noite.
Defender os interesses de seus clientes é uma coisa, mas vilipendiar um idoso de 94 anos ultrapassa a aceitabilidade. O Presidente Nacional da OAB, Dr. Beto Simonetti, precisa se manifestar, pois do Rio de Janeiro não esperamos mais que calúnia, injúria e difamação de nosso cliente e de nós mesmos”.
STÊNIO GARCIA PROCESSA AS FILHAS E A EX-MULHER
Conforme revelado pela colunista Fábia Oliveira, do Metrópoles, Stênio Garcia entrou com uma ação na Justiça contra as filhas, Cássia e Gaya, e a ex-mulher, a atriz Clarice Piovesan, em outubro de 2025. Os familiares brigam na Justiça por um apartamento em Ipanema, Zona Sul do Rio de Janeiro (RJ). Stênio Garcia afirma ter direito ao usufruto vitalício do imóvel e diz que o local foi alugado. Cássia e Gaya afirmam que não moram no imóvel há décadas e que ele é ocupado apenas pela mãe, Clarice, que teria direito de usufruto. As irmãs negaram ter impedido o pai de usar o local e dizem que ele sempre concordou com a situação.


