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Após abusos do pai, menina toma atitude irreversível e choca familiares

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Makayla Renee Settles, de 18 anos, morreu cinco meses após sofrer abuso cometido pelo próprio pai biológico, Stephen Vincent Chavez, na Califórnia, Estados Unidos. O homem, de 41 anos, se declarou culpado pelos crimes de incesto e de fornecer bebida alcoólica à filha, foi condenado a um ano de prisão em cadeia do condado, três anos de liberdade condicional e terá de se registrar como agressor por 20 anos.

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Segundo o Ministério Público do Condado de Ventura, Makayla havia acabado de completar 18 anos quando deixou Raleigh, na Carolina do Norte, para morar com o pai biológico em Moorpark, em julho de 2025. A mudança tinha como objetivo iniciar uma nova etapa da vida e ingressar na faculdade.

De acordo com a investigação, pai e filha consumiram bebidas alcoólicas durante um encontro familiar. Depois, já em casa, o homem comprou mais bebidas e praticou o crime contra a jovem. Makayla foi levada a um hospital, onde exames periciais confirmaram a presença do DNA de Stephen Chavez. Ela morreu em dezembro de 2025.

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Antes do acordo judicial, o procurador do Condado de Ventura, Erik Nasarenko, determinou que uma equipe formada por dez promotores e especialistas externos analisasse a possibilidade de apresentação de acusações mais graves. Ao fim da revisão, o Ministério Público concluiu que a única acusação criminal sustentada pelas provas admissíveis era a de incesto.

Os promotores solicitaram que Chavez recebesse a pena máxima de três anos de prisão estadual, argumentando que ele se aproveitou da posição de confiança como pai e da vulnerabilidade da filha.

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A mãe de Makayla, Carolina Sandoval, comentou a condenação. “Com base nas acusações, o máximo que ele pode receber é três anos e 20 anos como agressor registrado. Parece que a vida da minha filha vale apenas três anos”. Ela acrescentou: “Então, se isso não é estupro, eu realmente não sei o que é”.

Segundo Carolina, a filha era uma jovem empreendedora que sonhava em se tornar arquiteta.

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