O mundo da política brasileira está atento em relação ao estado de saúde do presidente Lula. Na última segunda-feira (25), o chefe do Executivo começou um ciclo de 15 sessões de radioterapia preventiva, realizadas como tratamento complementar um mês após a retirada de uma lesão basocelular, um tipo de câncer de pele, em procedimento cirúrgico feito no fim de abril.
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A primeira sessão foi realizada na unidade do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Segundo boletim médico divulgado pela equipe de governança clínica, o tratamento consiste em uma radioterapia superficial aplicada na região do couro cabeludo.
De acordo com o Palácio do Planalto, cada sessão tem duração aproximada de dois minutos e será distribuída ao longo das próximas três semanas. O governo afirma que o procedimento não deve interferir na rotina do presidente nem comprometer sua agenda oficial, buscando afastar qualquer percepção de limitação em suas atividades.
Ainda assim, a situação mantém atenção redobrada nos bastidores políticos. O acompanhamento feito pelas equipes médicas responsáveis pelo presidente, incluindo os doutores Roberto Kalil Filho e Ana Helena Germoglio, reforça o clima de observação dentro da Esplanada dos Ministérios.
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Em um momento considerado sensível para articulações políticas e votações no Congresso, qualquer sinal de desgaste físico do presidente é visto com cautela por integrantes do governo e aliados, que monitoram de perto a evolução do quadro clínico.


