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Últimas palavras de adolescente atacada por urso enquanto falava com a mãe são reveladas

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Olga Moskalyova, 19 anos, antes do ataque mortal de ursa na Kamchatka (Foto: Instagram)

Em uma manhã de agosto de 2011, uma caminhada rotineira na isolada região de Kamchatka, no extremo leste da Rússia, transformou-se em um dos relatos mais chocantes já documentados sobre ataques de animais selvagens. A jovem Olga Moskalyova, de 19 anos, estava acompanhada de seu padrasto, Igor Tsyganenkov, quando ambos foram surpreendidos por uma ursa-parda-de-Kamchatka e seus três filhotes.

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A espécie é notória por seu tamanho impressionante. Fêmeas podem pesar cerca de 317 kg, enquanto machos grandes podem ultrapassar os 600 kg, sendo muito maiores que muitos outros ursos em diferentes regiões. Diante de um animal desse porte, as chances de defesa são quase inexistentes.

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O ataque começou de forma abrupta. A ursa atacou Igor primeiro, matando-o rapidamente. Olga conseguiu correr por alguns metros, mas logo foi alcançada. Ferida e em pânico, ela fez algo que transformaria aquele momento em um registro real e angustiante: ligou para sua mãe.

Durante a primeira ligação, Olga gritava em desespero. “Mãe, o urso está me comendo! Mãe, está doendo tanto! Mãe, me ajuda!” Do outro lado da linha, Tatiana, sua mãe, inicialmente achou que fosse uma brincadeira. Mas a percepção mudou quando sons de rosnados e mastigação invadiram a chamada.

“Eu ouvi o verdadeiro horror e dor na voz da Olga, e os sons de um urso rosnando e mastigando”, relatou depois. “Eu poderia ter morrido ali mesmo, de choque.” Sem compreender totalmente a situação, Tatiana tentou contatar o marido, sem saber que ele já havia sido morto. Em seguida, acionou a polícia e pediu ajuda, informando o local onde os dois haviam ido buscar uma vara de pesca.

Minutos depois, Olga conseguiu ligar novamente. Desta vez, sua voz estava ainda mais fraca. “Mãe, os ursos voltaram. Ela voltou e trouxe os três filhotes”, disse. Em seguida, completou: “Eles estão… me comendo.”

Cerca de uma hora depois, ocorreu a última ligação. O tom já era diferente. Olga afirmou que não sentia mais dor. “Mãe, não está doendo mais. Eu não sinto dor. Me perdoa por tudo, eu te amo muito.” Especialistas apontam que essa sensação pode estar relacionada ao estado de choque extremo.

Equipes de busca, incluindo familiares e policiais, chegaram ao local ainda naquele dia. Encontraram a ursa e os filhotes próximos ao corpo de Igor, enquanto Olga estava caída a poucos metros. Os animais foram abatidos posteriormente para evitar novos ataques.

Segundo a mãe, Olga era uma jovem alegre e acolhedora. Havia concluído a escola de música e, poucos dias antes do ataque, conquistado sua carteira de motorista.

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