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Homem morre em ressonância magnética após ser puxado por colar de metal em Nova York

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Tragédia em clínica de ressonância magnética (Foto: Instagram)

Em julho de 2025, um homem de 61 anos faleceu em uma clínica de radiologia em Westbury, Long Island, Nova York, após ser atraído pela força magnética de uma máquina de ressonância magnética. Keith McAllister estava no Nassau Open MRI para acompanhar sua esposa, Adrienne Jones-McAllister, que realizava um exame no joelho. O incidente ocorreu quando Keith se aproximou do equipamento para ajudar a esposa a se levantar após o procedimento.

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Ele usava um colar de metal pesado, com cerca de 9 quilos, que não foi removido antes de entrar na sala de exames. A força do equipamento puxou o acessório e o homem em direção ao núcleo magnético. O Departamento de Polícia do Condado de Nassau confirmou que a corrente de metal causou o movimento súbito da vítima para dentro da máquina, resultando em um grave episódio médico.

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Durante o incidente, Adrienne presenciou a situação e entrou em desespero ao ver o marido ser puxado. “Ele ficou mole nos meus braços”, relembrou Adrienne em depoimento à imprensa local. “E isso ainda pulsa no meu cérebro.” Ela pediu ajuda imediata aos funcionários da clínica. “Eu dizia: ‘Vocês podem desligar a máquina? Chamem o 911. Façam alguma coisa. Desliguem essa maldita coisa!’”, relatou. Keith sofreu uma série de paradas cardíacas antes de falecer devido aos ferimentos.

Detalhes do processo judicial
Adrienne Jones-McAllister entrou com uma ação judicial por negligência contra o centro Nassau Open MRI. Os documentos do tribunal indicam que a esposa presenciou e esteve ciente, por meio de todos os seus sentidos, das lesões fatais sofridas por seu parceiro. A queixa alega que a morte foi causada por atos negligentes, imprudentes e descuidados da clínica, que permitiram a existência de condições perigosas e inseguras no local de atendimento.

O processo aponta especificamente a falha da equipe em informar Keith sobre a necessidade de remover o colar de metal antes de entrar na sala onde o equipamento estava ligado. O campo magnético de um aparelho de ressonância permanece ativo mesmo quando não há um exame em curso, o que exige protocolos rígidos de segurança para qualquer pessoa que entre no recinto, incluindo acompanhantes e visitantes.

Reivindicações e danos psicológicos
A petição inicial descreve que Adrienne sofreu ferimentos psicológicos e emocionais graves em decorrência do trauma vivido dentro da sala de radiologia. O documento afirma que a exposição ao incidente causou danos severos à sua mente e corpo. Por conta disso, ela busca uma indenização por danos, com valor não especificado, que considere justo para cobrir as perdas e o sofrimento causados pela morte do marido.

Até o momento, os representantes da clínica não emitiram comunicados públicos detalhados sobre as alegações de negligência contidas na ação. O caso segue em tramitação nos tribunais de Nova York, focando na responsabilidade do estabelecimento em garantir que nenhum objeto metálico entre na zona de exclusão magnética do equipamento.

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