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Como está o bebê sequestrado ao nascimento e encontrado pela família após 16 anos

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O brasileiro Pedro Júnior Rosalino Braule Pinto foi sequestrado ainda recém-nascido em 1986, em Brasília, e reencontrou os pais biológicos 16 anos depois, após um exame de DNA confirmar sua identidade. O caso, que ficou conhecido como “caso Pedrinho”, mobilizou investigações por anos até a descoberta.

O bebê nasceu em 20 de janeiro de 1986, filho de Maria Auxiliadora Rosalino e Jairo Braule. Treze horas após o parto, ainda no quarto do hospital, uma mulher se apresentou como assistente social e levou a criança sob o pretexto de realizar exames. O menino não foi mais devolvido.

Após o desaparecimento, a polícia iniciou buscas e chegou a monitorar estradas e fronteiras, mas não localizou o bebê. Com o passar do tempo, as investigações foram interrompidas, embora a família tenha continuado procurando por respostas.

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A reviravolta aconteceu apenas em 2002, quando uma jovem de 19 anos, parente da sequestradora Vilma Martins Costa, passou a desconfiar da origem do rapaz criado por ela em Goiânia. Após pesquisar o caso e identificar semelhanças físicas, ela acionou uma instituição, que levou o caso às autoridades.

O exame de DNA confirmou que o jovem, então conhecido como Osvaldo Borges Júnior, era o bebê sequestrado anos antes. O reencontro com os pais biológicos ocorreu poucos dias depois.

Na ocasião, o adolescente relatou como lidava com a descoberta. “Eles são gente boa demais”. Ele também afirmou: “Vou continuar morando com a minha mãe, mas vou estar sempre com meus novos pais. Nosso relacionamento vai ser o melhor possível”.

Dias depois, a sequestradora confessou o crime. Investigações apontaram ainda que ela havia sequestrado outra criança anos antes. Pelos crimes, foi condenada a 15 anos de prisão.

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Em 2003, o jovem passou a viver com os pais biológicos e adotou o nome Pedro Júnior Rosalino Braule Pinto. Anos mais tarde, ele falou sobre sua relação com a mulher que o criou: “Não condeno, nem absolvo minha mãe. O que importa é o amor que ela me deu”. Também comentou sobre a descoberta de sua história: “Nunca imaginava que isso fosse acontecer comigo. Mas fiquei feliz de saber minha história. Nunca tive medo da verdade, para mim a verdade é sempre melhor”.

Atualmente, Pedro é advogado, formado pelo Centro Universitário de Brasília, casado e pai de dois filhos. Sua história segue conhecida no meio jurídico e é frequentemente lembrada como um dos casos mais emblemáticos de sequestro no país.

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