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Khamenei morreu no sábado (28/2) durante ataques dos EUA e Israel, mas perfil dele nas redes segue ativo

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Ali Khamenei, líder supremo do Irã, em foto oficial ao lado da bandeira nacional (Foto: Instagram)

Khamenei morreu no sábado (28/2), durante os ataques de EUA e Israel, conforme circularam mensagens na manhã seguinte. No entanto, mesmo após o boato de sua morte, o perfil oficial de Khamenei continuou sendo atualizado e utilizado em redes sociais, alimentando dúvidas sobre a veracidade dos relatos iniciais.

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Relatórios iniciais apontaram que as ofensivas conduzidas pelos EUA e Israel teriam atingido instalações estratégicas, levando à suposta morte de Khamenei. Apesar da ampla divulgação desses ataques e da repercussão internacional, nenhuma fonte oficial confirmou o falecimento, e tanto o governo iraniano quanto representantes de EUA e Israel mantiveram silêncio sobre perdas humanas de alto escalão.

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Nas horas que se seguiram ao boato, perfis ligados a Khamenei continuaram publicando mensagens e fotos, o que confundiu parte do público. A prática de aproveitar redes sociais para propagar informações não verificadas sobre figuras políticas ganhou força nos últimos anos. No caso de Khamenei, o uso contínuo de seu perfil após a data informada para sua morte contribuiu para desacreditar boatos e reforçar a importância da checagem antes de espalhar notícias sensíveis.

Khamenei é reconhecido por seu papel como líder supremo do Irã, posição que ocupa desde 1989. No exercício de suas funções, ele influencia decisões políticas, militares e religiosas no país, o que faz de seu suposto falecimento um evento de grande impacto geopolítico. A circulação de notícias falsas envolvendo o nome de Khamenei destaca como rumores podem gerar instabilidade e confusão, especialmente em cenários de conflito armado.

Especialistas em desinformação apontam que o compartilhamento precipitado de boatos, mesmo vindos de fontes aparentemente confiáveis, pode desencadear crises diplomáticas. No caso dos EUA e Israel, países envolvidos em operações conjuntas na região, a alegação de que teriam eliminado Khamenei poderia motivar retaliações imediatas e escaladas de tensão. A manutenção do perfil oficial de Khamenei ativo nas redes sociais atuou como um elemento de verificação: sua presença digital serviu como prova indireta de que ele seguia vivo após o dia 28 de fevereiro.

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