Uma operação de inteligência que durou anos foi o pilar para o assassinato do líder supremo iraniano, Khamenei. Israel utilizou pesquisas forenses, invasão de câmeras de trânsito e monitoramento de redes celulares para mapear Teerã detalhadamente.
A estratégia permitiu que os serviços secretos analisassem padrões de rotina e previssem movimentos de segurança para planejar o momento exato da ofensiva.
Segundo as informações sobre a operação tecnológica, Israel mapeou Teerã como se fosse Jerusalém. O país teria obtido dados cruciais de tráfego urbano e dispositivos móveis para prever movimentos de segurança e planejar o momento exato do ataque.
O nível de espionagem revelou um estudo profundo sobre os hábitos do círculo mais próximo de Khamenei e de seus guarda-costas. Com o hackeamento da infraestrutura urbana e a análise de dados de dispositivos móveis, os serviços secretos israelenses conseguiram identificar vulnerabilidades nas rotas de deslocamento antes de executar a missão.


