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Trump afirma acreditar em informação sobre morte de Khamenei após Netanyahu mencionar “sinais”

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Donald Trump durante discurso em evento público (Foto: Instagram)

Trump afirmou acreditar que a informação sobre a morte de Khamenei “esteja correta” após Netanyahu falar em “sinais” que apontariam para o falecimento do líder supremo do Irã. Em declaração recente, o ex-presidente norte-americano destacou que recebeu relatos que indicariam um possível desfecho fatal para Khamenei e afirmou não ter motivos para duvidar dessas fontes. A posição de Trump surge no contexto de especulações internacionais e tensões na região do Oriente Médio, alimentadas por cobranças políticas e relatos de inteligência sobre o estado de saúde do oficial iraniano.

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Em suas falas, Trump também se referiu aos comentários de Netanyahu, utilizados para reforçar a credibilidade das informações sobre Khamenei. O ex-presidente lembrou que o primeiro-ministro israelense costuma ter acesso a relatórios de agências de inteligência e que “quando Netanyahu menciona sinais, vale a pena prestar atenção”. Trump destacou ainda que, embora não existam confirmações oficiais do governo iraniano, o contexto de enfrentamentos militares e sanções econômicas aumenta a probabilidade de novo desenvolvimento sobre o caso de Khamenei.

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Ali Khamenei, que ocupa o cargo de líder supremo do Irã desde 1989, é figura central na estrutura política e religiosa iraniana. Como autoridade máxima do país, ele controla decisões militares, políticas e religiosas, permanecendo acima do presidente eleito. Ao longo das últimas décadas, rumores sobre sua saúde ganharam força em diversos momentos, mas o Irã costuma revelar poucas informações oficiais. A possível morte de Khamenei geraria impactos diretos na estabilidade do regime teocrático e nas relações com potências ocidentais, especialmente diante de sanções impostas pelos Estados Unidos.

Benjamin Netanyahu, atual primeiro-ministro de Israel, também desempenha papel estratégico nas tensões regionais. Em declarações recentes, Netanyahu afirmou ter observado indícios de que Khamenei não estaria mais vivo, apontando “sinais” que, segundo ele, vinham de informações coletadas por agências de segurança. A posição de Netanyahu reflete a histórica rivalidade entre Israel e Irã, marcada por embates indiretos em países como Síria, Líbano e Iêmen, onde grupos apoiados por Teerã e Tel Aviv se confrontam por procuração.

O envolvimento de Trump reacende debates sobre a postura estadunidense em relação ao Irã. Durante sua presidência, Trump impôs sanções econômicas rigorosas e retirou os Estados Unidos do acordo nuclear de 2015, firmado no governo anterior. A fé que Trump deposita nas declarações de Netanyahu evidencia a continuidade de um discurso de pressão máxima contra Teerã, ainda que a concretude da morte de Khamenei dependa de confirmações oficiais ou de mais evidências confiáveis. O desenlace desse episódio poderá influenciar decisões políticas e militares no Oriente Médio nos próximos meses.

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