Publicações feitas nas redes sociais afirmam que o jato particular da apresentadora esteve na ilha de Jeffrey Epstein 11 vezes e levantou questionamentos sobre supostos desaparecimentos de alunas na África. No entanto, verificações independentes classificaram a alegação como falsa.
A postagem afirmou que “O jato particular de Oprah Winfrey esteve na ilha de Epstein 11 vezes” e questionou: “O que aconteceu com todas as meninas que foram ‘sequestradas’ de sua escola na África?”. O conteúdo gerou ampla repercussão e uma série de comentários de internautas.
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Entre as manifestações, um usuário escreveu: “O que não sai da minha cabeça é que como tantas pessoas importantes se unem para compactuar com tamanha atrocidade. E não é qualquer atrocidade, é a atrocidade, monstruosidade”. Outro comentou: “Vem coisa pior, certeza esse clima tá horrível, e os bunkers construídos por eles me dão arrepios só de pensar”. Um terceiro declarou: “É muita sujeira e o pior é o acobertamento dos grandes meios de telecomunicação”.
Apesar das especulações, checagens realizadas pelo USA Today e pelo Yahoo News, em 2024, classificaram a alegação como falsa. As reportagens destacam que a ilha de Jeffrey Epstein não possuía pista de pouso para jatos particulares. Segundo os veículos, visitantes chegavam ao aeroporto de St. Thomas e seguiam até a ilha por helicóptero ou embarcação.
A Reuters também analisou documentos ligados ao caso e informou que, embora Oprah Winfrey seja mencionada em alguns registros associados a Epstein, isso não indica que ela tenha sido cliente ou visitante da ilha.
Uma investigação da Wired, com base em dados de visitantes coletados por uma empresa especializada, não encontrou evidências que vinculassem a apresentadora ao local. O número de “11 vezes”, citado na postagem, não aparece em registros oficiais e não foi associado a qualquer fonte verificável.

