
Justiça converte prisão de Guilherme Nunes da Silva em preventiva após audiência de custódia. (Foto: Instagram)
Guilherme Nunes da Silva, que havia sido preso em flagrante, teve sua detenção convertida em prisão preventiva após passar por audiência de custódia no Tribunal de Justiça do Distrito Federal. A decisão judicial foi tomada com base na gravidade dos fatos e na necessidade de garantir a ordem pública, segundo o magistrado responsável pelo caso.
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Durante a audiência, o juiz considerou que a manutenção da prisão é imprescindível para evitar riscos à sociedade e assegurar o andamento regular do processo. Guilherme permanecerá detido enquanto as investigações prosseguem.
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A prisão preventiva é uma medida cautelar utilizada pela Justiça para impedir que o acusado atrapalhe as investigações, fuja ou cometa novos crimes. No caso de Guilherme, a decisão foi fundamentada em elementos que indicam a necessidade de mantê-lo afastado do convívio social.
O Tribunal de Justiça do Distrito Federal ressaltou que a audiência de custódia é um instrumento essencial para garantir os direitos do preso e avaliar a legalidade da detenção. Nela, o juiz analisa se houve abuso na prisão e se há justificativa para mantê-la.
A defesa de Guilherme ainda pode recorrer da decisão, solicitando uma revisão da medida cautelar. No entanto, até o momento, não há informações sobre a apresentação de recurso.
As investigações continuam sob sigilo, e a identidade das vítimas ou os detalhes do crime não foram divulgados pelas autoridades. O caso segue em segredo de Justiça para preservar a integridade do processo e das partes envolvidas.
A Justiça do DF reforçou que a prisão preventiva não representa uma condenação, mas sim uma medida provisória adotada em casos específicos previstos em lei.

