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7 pessoas a bordo do Lily Jean são identificadas e homenageadas em memorial

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Flores depositadas no Gloucester Fisherman’s Memorial em homenagem às vítimas do naufrágio do Lily Jean (Foto: Instagram)

Sete pessoas que estavam a bordo do Lily Jean, embarcação de pesca que naufragou na costa de Gloucester, em Massachusetts, foram oficialmente identificadas. Entre elas, o capitão Accursio “Gus” Sanfilippo, cuja trajetória no mar era reconhecida pelos colegas. As famílias aguardam respostas enquanto reúnem-se em uma cerimônia lembrando cada vida.

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A Guarda Costeira dos Estados Unidos informou que acionou as equipes de busca quando o radiobalizador de emergência (EPIRB) do Lily Jean enviou um alerta às 7h do dia 30 de janeiro, cerca de 40 km da costa de Cape Ann. Um dos tripulantes foi resgatado sem sinais vitais e um bote salva-vidas vazio foi localizado flutuando. Após exaustiva operação de resgate, a procura foi encerrada no dia seguinte, com todos os outros desaparecidos supostamente perdidos.

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Os sete ocupantes do Lily Jean foram identificados como o observador de pesca da NOAA, Jada Samitt, e os tripulantes Paul Beal Sr., Paul Beal Jr., John Rousanidis, Freeman Short e Sean Therrien, além do capitão Accursio “Gus” Sanfilippo. O amigo e também capitão Sebastian Noto relatou ter ouvido, às 3h daquela madrugada, Sanfilippo dizer: “I quit. It’s too cold.” Esse contato final, registrado por rádio, tornou-se parte do registro que descreve o drama no mar.

John Rousanidis, de 33 anos, foi lembrado pela irmã como uma pessoa generosa e sempre bem-humorada, apaixonada pelo oceano e pela prática de boxe. Já Jada Samitt, 22, recém-graduada em biologia ambiental pela University of Vermont, dedicava-se à conservação marinha e tinha um amor profundo pelos animais. Familiares destacaram que a experiência de Samitt como observadora da NOAA refletia seu comprometimento com a segurança e o estudo dos recursos pesqueiros.

No domingo, 1º de fevereiro, foi celebrada uma missa memorial na Saint Ann Church, em Gloucester, onde familiares, amigos e membros da comunidade pesqueira prestaram homenagem aos desaparecidos. O colega de pesca Christian Rodolosi, que atuou ao lado de Paul Beal Sr. por 35 anos, descreveu a perda como um choque para todos: “Vamos seguir em frente, mas isso marca nossas vidas para sempre”. O antigo pescador Domenic Dimaio, colega de escola de Sanfilippo, afirmou: “Coisas no mar mudam em um instante. É uma vida difícil.”

A investigação oficial também conta com o apoio do National Transportation Safety Board (NTSB) e deve durar vários meses. Procedimentos incluem análise de equipamentos de segurança, exames das condições meteorológicas e estudo da manutenção do barco. Em comunidades como Gloucester, historicamente ligada à pesca, incidentes no mar reforçam a importância de protocolos rigorosos e instrumentos como o EPIRB para salvar vidas.

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