
Família Heffernan mantém legado e batiza quatro filhas com variações de ‘Mary’ (Foto: Instagram)
Por Tiana Sheridan – Mary Heffernan, de 47 anos, ganhou destaque ao nomear suas quatro filhas com variações do mesmo nome, seguindo a tradição familiar. Ao lado do marido Brian Heffernan, de 53 anos, ela explica que cada geração de mulheres fortes da família carrega o nome Mary, e decidiu perpetuar essa herança em suas meninas.
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Mary Heffernan conta ao PEOPLE que sempre se sentiu “honrada em carregar um nome conectado a muitas gerações de mulheres confiantes e inspiradoras” de ambos os lados da família. A ligação afetiva e o sentimento de continuidade foram determinantes para que o casal batizasse a primeira filha de Mary, dando continuidade ao legado de uma das avós.
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Com surpresa ao descobrir que teriam quatro meninas, Mary e Brian recorreram a outros antepassados para batizar as seguintes herdeiras, criando as variações MaryFrances, MaryMarjorie, MaryJane e MaryTeresa. “A cada nascimento, sentimos que havia outra forte Mary para homenagear”, diz Mary, ressaltando que a tradição virou um elo afetivo entre todos.
MaryFrances, apelidada de Francie, traz a sobriedade e a sabedoria associadas às gerações passadas. MaryMarjorie, carinhosamente chamada de Maisie, revela doçura e alegria. MaryJane, conhecida como JJ, demonstra determinação e liderança, lembrando a combinação de força e delicadeza que inspirou seu segundo nome, Josephine. Por fim, MaryTeresa, ou Tessa, reflete a independência e a coragem de quem explora o mundo com curiosidade.
Para evitar confusões cotidianas, cada integrante da família adota o apelido na hora de se comunicar. Mary Heffernan conta que, fora a brincadeira de nome no dia a dia, “o único momento em que dá um nó é no despacho da TSA, ao tentar embarcar as cinco de uma vez”.
Em diversas culturas, dar nomes iguais ou semelhantes a descendentes – especialmente em homenagem a avós – reforça laços e identidade coletiva. No caso de Mary Heffernan, o nome Maria remonta a um dos mais antigos e populares da tradição judaico-cristã, celebrando virtudes como humildade e força, valores que ela deseja ver cultivados em suas filhas.
Em família, essa prática de repetição nominal funciona como um fio condutor entre gerações, sem limitar as individualidades. Como Mary explica, “o nome une sem definir cada personalidade. Minhas filhas são mulheres distintas, unidas pela mesma herança”.
Por fim, questionada se as meninas pretendem dar continuidade à tradição com os próprios filhos, Mary Heffernan afirma que “deixará totalmente a escolha por conta delas. Se decidirem, será uma grande honra; caso contrário, sei que de alguma forma levarão adiante o legado familiar”.

