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Taryn Smith, de 25 anos, abandona emprego em RH para remar sozinha pelo Atlântico e dormir em barco minúsculo por até 85 dias (Exclusivo)

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Taryn Smith remando sozinha pelo Oceano Atlântico, desafiando ventos e ondas rumo a um feito incrível. (Foto: Instagram)

Aos 25 anos, Taryn Smith largou sua carreira em recursos humanos para enfrentar um dos desafios mais extremos do planeta: remar sozinha pelo Oceano Atlântico. No dia 14 de dezembro de 2025, ela deixou o porto e iniciou uma travessia inicialmente prevista para durar de 60 a 85 dias. No entanto, graças a condições favoráveis, a rota deve ser concluída em cerca de 50 dias, tornando a jornada ainda mais surpreendente em sua ousadia e velocidade.

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Antes de se lançar ao mar, Taryn Smith trabalhava como gerente de recursos humanos e dava aulas de ioga. Em junho de 2023, ela pediu demissão para dedicar-se integralmente ao treinamento físico e mental necessário. Foram quase dois anos de preparação, incluindo sete semanas vividas a bordo de sua pequena embarcação na Inglaterra, onde ela testou equipamentos, adaptou-se ao confinamento e fortaleceu a resistência para enfrentar ventos fortes, ondas enormes e a solidão absoluta.

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A rotina de Taryn inclui de 10 a 12 horas de remada diária, geralmente durante o dia, quando o mar oferece visibilidade. Nos períodos de descanso, ela cuida da manutenção do barco, faz seu alimento desidratado, monitora a posição por GPS e, enfim, tenta dormir em uma cabine estreita. Fisicamente, as primeiras semanas trouxeram dores nos joelhos, no core e na lombar, mas seu corpo se ajustou e hoje exibe braços e costas bem mais fortes.

O maior teste tem sido mental. A ausência de contato humano e de distrações externas leva a momentos de introspecção intensa — e de angústia. Mesmo assim, Taryn descreve como libertador o fato de não ter mais expectativas externas: “A única voz que escuto é a minha. Isso traz uma paz incrível”. A capacidade de encarar o medo diariamente faz parte da vitória interior que ela busca.

Para manter familiares e seguidores informados, a mãe de Taryn Smith posta atualizações diárias no Instagram, acumulando mais de 600 mil seguidores. A repercussão explodiu ao redor do 27º dia, quando a velejadora compartilhou um relato cru sobre um dia especialmente difícil. “Parece que precisamos ver uns aos outros desafiando limites enormes”, reflete ela, ao comentar o alcance do seu feito.

Quando finalmente tocar terra firme, Taryn acredita que as emoções virão em ondas: “Minhas pernas vão ceder e vou correr para o abraço dos meus pais”. Mais do que cruzar um oceano, ela prova que até quem vem de um interior como Nebraska pode alcançar o improvável. “Tudo está mais ao alcance do que imaginamos”, conclui, encorajando cada pessoa a encarar seus maiores desafios, mesmo sozinha.

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