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Matilda Aldridge revela como sua filha Adelaide reagiu ao descobrir que não é judia

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Choro por doces de Hanukkáh emociona web (Foto: Instagram)

Matilda Aldridge conta que sua filha Adelaide, de 5 anos, ficou inconsolável ao saber que a família não celebraria o Hanukkáh. Em um vídeo publicado no Instagram da influenciadora, a pequena pergunta chorando: “Por que a gente não vai ter doces no Hanukkáh? Eu quero festejar o Hanukkáh!” A emoção da criança chama atenção para o quanto as tradições de fim de ano, especialmente as que envolvem doces e luzes, podem encantar os pequenos.

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Matilda Aldridge compartilhou a gravação em dezembro passado e logo o vídeo viralizou. Diversos internautas, em sua maioria da comunidade judaica, passaram a deixar comentários convidando Adelaide e sua família para participarem das celebrações. Em seguida, a mãe publicou um segundo clipe mostrando as mensagens e as ofertas de participação que recebeu por DM.

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Matilda Aldridge explica que, vivendo no Brooklyn, a turma de jardim de infância da filha é um verdadeiro caldeirão cultural. Durante as refeições em casa, as conversas acabaram girando sobre diferentes festas de inverno, e Adelaide passou a ouvir sobre oito noites de velas acesas, canções e delícias típicas do Hanukkáh. Ao contar que não fariam a festa judaica, Aldridge diz ter reforçado que cada família possui sua própria tradição — no caso dela, voltada ao Natal.

Para amenizar o desapontamento, os vizinhos de Matilda Aldridge intervieram de forma carinhosa: levaram presentes, brindes e algumas guloseimas típicas do Hanukkáh para Adelaide. “Hoje ela se sente uma ‘membro honorária’ da comunidade”, conta a mãe, ressaltando que esse acolhimento foi o melhor desfecho possível. A criança pôde, assim, acender velas de brincadeira e provar docinhos de quatro tipos de latas, embalados num clima festivo e inclusivo.

O episódio também trouxe à tona a essência do Hanukkáh, celebrado há mais de dois mil anos pelos judeus, em memória de um milagre no Templo de Jerusalém. Durante oito dias, famílias acendem a menorá, dedilham no dreidel (pião tradicional) e saboreiam pratos à base de óleo, como latkes (panquecas de batata) e sufganiot (sonhos recheados). Mesmo sem ter crescido nesse contexto, Adelaide pôde experimentar esse universo cultural, aproximando-se de valores como solidariedade e partilha.

Matilda Aldridge revela que ficou emocionada com a onda de generosidade recebida. “Criar duas crianças em Nova York, longe da família na Austrália e no Reino Unido, já é um desafio — e manter o Instagram verdadeiro, com dia a dia corrido, faz parte dessa rotina”, afirma. Ver a “reação de 99% de positividade”, com pessoas convidando e acolhendo Adelaide, serviu de lembrete sobre o poder das tradições para unir famílias e comunidades, independentemente de crenças.

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