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Emily Bute explica por que, após anos ensinando em escola pública, planeja educar em casa seus futuros filhos (Exclusivo)

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Professora de educação especial, Emily Bute opta por homeschooling após criticar falhas do ensino público (Foto: Instagram)

Emily Bute é professora de educação especial numa rede pública de ensino e, mesmo amando a sala de aula, decidiu que seus futuros filhos serão educados em casa. Ao longo de sua carreira, percebeu lacunas estruturais e práticas que a levaram a repensar a forma como o aprendizado acontece fora do ambiente escolar. Sua decisão reflete tanto a vivência diária com alunos de diferentes necessidades quanto estudos sobre as melhores condições para o desenvolvimento infantil.

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Em um vídeo publicado em sua conta no TikTok, Emily Bute detalhou os pontos em que o sistema educacional público muitas vezes deixa a desejar, como turmas superlotadas e poucas oportunidades de ensino individualizado. O conteúdo viralizou rápido, gerando comentários que apontaram críticas e reflexões sobre a qualidade do ensino. Agora, ela reforça o que pretende oferecer aos próprios filhos por meio do homeschooling.

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“Minha intenção de educar em casa nasce da experiência como professora de educação especial e do que a pesquisa demonstra sobre como as crianças aprendem melhor”, afirma Emily Bute. Ela afirma que, apesar de respeitar profundamente a educação pública e os colegas, sentiu necessidade de oferecer um ambiente de aprendizado mais enxuto e focado. “Estudos mostram que alunos prosperam em turmas pequenas, com ensino personalizado e vínculos fortes com o professor.”

Bute ressalta também o impacto da falta de profissionais: “Em muitas regiões, educadores estão atuando fora da área de formação originalmente cursada, o que, apesar de não desmerecer seu compromisso, acarreta inconsistências no processo”, explica. Além disso, destaca que cada criança tem ritmo próprio de desenvolvimento e se beneficia de metodologias flexíveis, algo nem sempre viável em escolas com cronogramas rígidos e metas padronizadas.

Para ela, a educação domiciliar representa uma forma de desacelerar a rotina, ajustar conteúdos às necessidades individuais e priorizar atividades práticas, contato com a natureza e experiências reais, sem abrir mão de uma base acadêmica sólida. Emily Bute afirma que não descarta alternativas como escolas privadas ou instituições Montessori, reconhecendo que o homeschooling não é acessível para todas as famílias e que cada contexto demanda escolhas próprias.

Atualmente, Bute segue na rede pública porque valoriza as relações estabelecidas com alunos e entende a importância de contribuir internamente para melhorias. Paralelamente, desenvolve um programa de ensino em casa como projeto pessoal. Ao falar sobre a repercussão online, ela conta ter recebido mensagens de pais, colegas e pessoas sem filhos, o que reforça o quanto educação é tema sensível e relevante. Para Emily Bute, o principal legado é estimular empatia e diálogo: “No fim das contas, crianças saem ganhando quando adultos dialogam e colaboram em prol do aprendizado.”

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