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Scientists Discover Poisonous Arrowheads Used by Hunters 60,000 Years Ago, Revealing New Info About Early Human Brain Power

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Pontas de flecha pré-históricas de quartzo com vestígios de veneno descobertas na África do Sul (Foto: Instagram)

Cientistas identificaram pontas de flecha envenenadas, datadas de cerca de 60.000 anos, em um abrigo rochoso na província de KwaZulu-Natal, na África do Sul. Esse achado indica que grupos humanos já fabricavam armamentos de alta precisão muito antes do que se supunha.

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O estudo, publicado na revista ScienceAdvances por pesquisadores da Suécia e da África do Sul, mostra que as pontas eram esculpidas em quartzo e receberam uma substância tóxica extraída do bulbo da planta Boophone disticha. Em vez de matar imediatamente, o veneno debilitava as presas ao longo de horas, facilitando a perseguição e captura — um comportamento de caça que exige raciocínio de causa e efeito e planejamento antecipado.

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Antes desse achado, as flechas com veneno mais antigas conhecidas vinham do período mesolítico, entre 4.000 e 8.000 anos atrás, e haviam sido documentadas no Egito e em sítios sul-africanos. A descoberta mais precoce em KwaZulu-Natal amplia em dezenas de milhares de anos nossa compreensão sobre a complexidade das tecnologias de caça pré-históricas.

O veneno de Boophone disticha, planta nativa do Sul da África, é letal para roedores em 20 a 30 minutos. Nos seres humanos, provoca náuseas, distúrbios visuais e fraqueza muscular, mas a substância resistiu ao passar dos milênios preservada nos artefatos.

O professor Sven Isaksson, autor principal e especialista em arqueologia da Universidade de Estocolmo, destacou que o uso desse composto demonstra “capacidade de antecipar resultados retardados”, evidência de cognição avançada e conhecimento cultural sofisticado entre nossos ancestrais do Pleistoceno.

Ele acrescentou que “encontrar vestígios do mesmo veneno em pontas de flechas pré-históricas e históricas foi crucial”. Por meio da análise de estruturas químicas, foi possível constatar a estabilidade do tóxico ao longo de dezenas de milhares de anos, o que reforça a excelência desses métodos de caça elaborados.

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