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Assistência ao motorista “defeituosa” da Tesla supostamente levou carro a colidir com caminhão, matando família: processo

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Jennifer Blaine, suas filhas Emily e Denali, e o genro Zachary em uma celebração familiar antes da tragédia. (Foto: Instagram)

Duas famílias de Utah movem processo contra a Tesla após a morte de quatro parentes em setembro de 2023, quando o Tesla Model X em que viajavam colidiu de frente com um caminhão na rodovia Idaho 33. Entre as vítimas estavam Jennifer Lynn Blaine, 46, suas filhas Emily Blaine Leavitt, 22, e Denali Blaine, 11, além de Zachary Leavitt, 24, marido de Emily.

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Conforme a queixa apresentada em dezembro a uma Corte Distrital de Utah, a Tesla promoveu o Autopilot e o recurso Autosteer — parte do pacote — como “assistências avançadas de condução” capazes de manter o veículo na faixa de rodagem. O casal Jennifer e Nathan Blaine adquiriu o Model X em 2021, apostando que as funções de Autopilot e a opção Full Self-Driving tornariam o carro mais seguro do que um condutor humano. Eles também tinham conhecimento das declarações de Elon Musk e da Tesla sobre autonomia e desempenho do sistema.

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Na noite do acidente, Jennifer, suas filhas e o genro pararam em Idaho Falls para jantar e recarregar a bateria antes de seguir rumo a Driggs. Ao contornar levemente uma curva, o Model X, em modo Autosteer, teria invadido a pista oposta, chocando-se contra um caminhão Kenworth carregado com 40 816 kg de grãos. Todos os ocupantes do Tesla e o cachorro da família morreram no local.

O processo afirma que os sistemas Lane Departure Warning (LDW), Lane Keeping Assist (LKA) e Lane Centering Assist (LCA) “falharam defectivamente” ao manter o veículo na faixa. Os autores alegam que a Tesla tinha a obrigação de garantir um Autosteer não defeituoso e que os veículos sazonais da marca são “injustificadamente perigosos, defeituosos e inseguros”, pois transmitem uma falsa sensação de segurança e autonomia.

Além de responsabilizar a empresa por homicídio culposo, responsabilidade objetiva e negligência, o documento sustenta que a Tesla tinha conhecimento prévio dos defeitos e omitiu os riscos, visando estimular vendas e inflar sua ação na bolsa. A ação foi movida por Nathan Blaine e seus três filhos, além de Douglas e Tracey Leavitt, pais de Zachary. Em entrevistas após a tragédia, Nathan relembrou ter recebido a notícia caindo em prantos. Uma campanha no GoFundMe mobiliza recursos para a família. A Tesla foi procurada pela reportagem, sem resposta imediata.

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